Fotos da Feira do Livro: https://picasaweb.google.com/100637707267010075540/FeiraDoLivro?authkey=Gv1sRgCL_GlK-9kZPpxAE#
quinta-feira, 10 de novembro de 2011
27º Feira do Livro de Caxias do Sul
Fotos da Feira do Livro: https://picasaweb.google.com/100637707267010075540/FeiraDoLivro?authkey=Gv1sRgCL_GlK-9kZPpxAE#
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
Vila Seca

Crianças na procissão do Divino Patricio Pasquali, recebeu muitas terras em troca de seu trabalho como agrimensor. E foi nessas terras que nasceu Vila Seca. Por volta de 1912 foi fundada a vila, já havia uma bodega e uma pousada para tropeiros. Por volta de 1937 passou a ser distrito de Caxias do Sul.
Abrange as comunidades de Nossa Senhora Aparecida, Capela São Gotardo, Capela Menino Deus e Boca da Serra.
Com uma área de 13.785 ha, localiza-se a 23 km do centro de Caxias do Sul.
Economia: agricultura familiar, fruticultura, bovinocultura, suinocultura e avicultura.
Por volta de 1930, tentaram mudar-lhe o nome. Um dia, apareceu uma grande placa com JOÃO PESSOA. Tradicionalistas, seus moradores rejeitaram o nome do grande republicano, não porque lhe questionassem os méritos, mas sim, porque não queriam desfazer-se de Vila Seca, hoje um dos distritos de Caxias do Sul. Sob a placa (que alguns afirmam ter sido uma pedra) apareceu a palavra NEGO. As opiniões divergiram; formaram-se três correntes: a primeira, afirmando que estava sendo reproduzida uma palavra do governado nordestino; a segunda, que ele passava de um negro e a terceira que parece ter tido mais voga, de que era a resposta popular ao nome imposto: negava-se-lhe a sanção. O resultado foi que Vila Seca ficou como está ainda agora, depois de ter sido urbanizada por Dante Marcucci, em 1940. A curiosidade mais tangível é que a Rua (e há só uma) tem um nome, contra o qual ninguém reclamou até hoje (mas, também ninguém se preocupou com a tabuleta que caiu e não foi levantada). O nome da rua que é a estrada que une os campos de cima da serra, à Criuva e outro lugares, chama-se ESTADO NOVO. A praça, em compensação, bem sinalizada e bonita onde apetece descansar, traz o nome do então interventor do Rio Grande do Sul: Cordeiro de Farias.
A vida corre tranquila em Vila Seca, que é uma de nossas povoações mais típicas do interior. Uma igreja de alvenaria, um grande grupo escolar, o cartório de nascimentos e óbitos e o bar do “seu” Alceu Medeiros, onde nunca falta uma cervejinha para molhar a garganta e companheiros para um batepapo descontraído. É onde o subprefeito, o seu Nelson Susin vai saber das novidades do dia. Os jornalistas conhecidos recebem logo o convite para voltar para um churrasquinho, assado sob os capões frondosos dos campos vizinhos. Porque Vila Seca fica à boca do campo, e rodeada por memórias muito antigas.No Morro da Alegria estão sepultados os velhos fazendeiros. Do dono de todos aqueles campos se conta que antes de morrer pediu a coxilha mais alta, porque daí queria ver suas terras de bosques rendados, sangas límpidas e muitos pinheiros. Além está o cemitério do velho Patrício Pasquali, que teve 25 filhos. Mais abaixo, outros cemitérios entre os quais o da pobreza ou do Capão da Erva.
No arroio das Marrecas, na estrada que vai para Criúva, a municipalidade construiu um magnífico balneário, onde às centenas os caxienses vão espairecer. E aí, os mais antigos, apontam um degolado na Revolução de 1893. Em outro mato, numa encosta, naquela mesma guerra, um negro ia ser sangrado e salvou-se num golpe de esperteza, que ainda hoje se recorda. E nos campos do Guerra, onde o quartel de Caxias dispara canhão todos os anos, um pretinho foi metido (há setenta anos) dentro de uma bruaca e rolado morro abaixo. Morreu. Foi uma brincadeira, justificaram-se.
Vila Seca hoje desfruta um panorama soberbo. Uma grande paz domina sua praça, onde, aos milhões, no verão cantam as cigarras. Apenas o pó dos autos que demandam às praias rompe a serenidade. E um céu, profundamente azul, rodeado por campos de ouro e pinheirais azulados, coroa o nosso olhar.
A praça é dominada pela igreja e pelo grupo escolar. Urbanizada em 1940, é o local das brincadeiras da garotada e do passeio dos namorados.
Vila Seca é a típica “strassendorf”: um correr de casas de ambos os lados da rua; uma praça serena e um campo de ouro, com renques de pinheiros azulados.
É o soberbo panorama dos nossos campos de cima da serra.
Texto de Mário Gardelin (não tenho a data do artigo).
sábado, 23 de julho de 2011
Aquarelas de Veneza
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Ana Rech
Ana Rech foi colonizada por imigrantes italianos. Sua história começa quando a imigrante Anna Rech montou um pouso para tropeiros nessas paragens.
Abrange as comunidades de Santa Bárbara, Santo Homobom, Comunidade de Beviláqua, São Bráz, Nossa Senhora da Saúde, Travessão Porto e Capela Santo Anselmo.
Ana Rech localiza-se a 10 km do centro de Caxias do Sul, com uma área de 5.445 ha.Economia: Hortigranjeiros, vitivinicultura, avicultura, abatedouro, madeireira e indústrias.
Principais eventos: Semana de Ana Rech - Festa do Agricultor - Festa de Nossa Senhora do Caravággio - Encanto de Natal.
Ana Rech se considera município cassado.
A pirâmide na praça, tirada em 2009, alerta para o fato de Ana Rech não ter conseguido se tornar municipio em 1988, municipio cassado!
Placa de revitalização da Praça Pedavena entregue em 17 de novembro de 2010
A Vila dos Presépios tem mais de 100 presépios de rua, construídos pela comunidade encantando a todos que a visitam.
Presépio de Rolhas, construido com mais de 25 mil rolhas. Família Molin.Na foto: Igreja de rolhas.
Esse presépio iniciou em 2001 e a cada ano é ampliado. É um cenário com movimento, iluminação e muita imaginação!
quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011
Antonio Prado
Patrimônio Histórico e Artístico Nacional
Antonio Prado é considerada a cidade mais italiana do Brasil. Antiga colônia Paese Nuovo, fundada em 1886 por imigrantes do norte de Itália.
Em 1989 foram tombadas 48 edificações no centro da cidade pelo Instituto de Patrimônio Histórico Nacional. É o maior acervo arquitetônico em área urbana da história da imigração italiana no Brasil. Em 1995 foi cenário de parte do filme “O Quatrilho”.
http://www.antonioprado.com.br/
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Madri
Chegamos às 17h:15min, hora de Madri. Aeroporto de Malpensa. Malas. Metrô. Pegamos três linhas. Três entradas em três metrôs....Ufa! A última linha estava muito lotada! Escada rolante, escadas, dez pessoas, malas e bolsas de mão!
Às 19h: 15min chegamos à Estação Sol.
Saímos na famosa Plaza Mayor, a Praça Maior. Considerada obra-prima arquitetônica do século XVII. Um grande retângulo fechado ao tráfego, com amplas arcadas ao redor e uma estátua eqüestre de Felipe II. Era local de touradas, desfiles e execuções públicas. Hoje tem inúmeros cafés ao ar livre, pintores e shows.
Plaza Mayor
Um grupo de mexicanos com chapéus característicos cantava na praça. Algumas mulheres que passavam por ali acompanhavam a música dançando. De vez em quando o chapéu passava para recolher dinheiro.
Nosso apartamento era ali perto. Calle Imperial nº 3, ao lado da nº. 1 D.
Às 20h:00 entramos no prédio antigo. Escadas até o 2º. andar, nosso destino. Janelões, salas enormes, quadros, sofás e móveis antigos. Iluminação através de abajures, uma lareira... Num aparador de laca preto uma escultura apoiada numa base de ferro, provavelmente uma roda de carreta medieval, em torno de um metro de diâmetro. Duas esculturas de máscaras em mármore sobre a lareira....
Madri
É a capital da Espanha e a capital mundial das touradas e a mais alta da Europa, a 640 metros acima do nível do mar. O metrô é muito usado, por ser barato e eficiente. A Puerta Del Sol é um centro onde converge dez ruas. É a encruzilhada da Espanha, conhecida como Km zero, no sistema rodoviário do país.
É onde se encontra a estátua com um urso com as patas dianteiras contra uma árvore. Essa estátua retrata o brasão de Madri. A alguns quarteirões a oeste, na Calle Mayor fica a Plaza Mayor e continuando a oeste na Calle Mayor, a Plaza de La Villa encontram-se prédios de diferentes estilos do século XVI E XVII como a Casa de Cisneros e o Ayuntamiento, prefeitura, da era dos Habsburgo. Ao sul da Plaza Mayor, a Calle de Toledo passa pela Catedral de San Isidro e leva a El Rastro, mercado de pulgas das manhãs de domingo. Ao norte, a Basilica de San Francisco El Grande, do século XVIII, dedicada à São Francisco de Assis, com uma cúpula de 30 metros de diâmetro. Seguindo ao norte, a Calle de Bailén passa pelo Palácio Real, em estilo francês, com dois mil aposentos. Mandado construir por Felipe V. A Gran Vía é a principal de Madri, cheia de lojas, hotéis, teatros, restaurantes e casas noturnas, estendendo-se de leste a oeste da Plaza de España até a Plaza de La Cibeles.
As fachadas dos casarios e os azulejos decorados em frente aos restaurantes me faziam parar para filmar. Passamos pelo Museu do Prado e seguimos mais um pouco. Entramos no Parque do Retiro.
Parque do Bom Retiro
Esse parque se encontra no centro da cidade. Atrás do Museu do Prado. Era uma área de caça dos Habsburgo do século XVII. Fizemos esse passeio com nosso amigos de Mentrida, Ana e Miguel.
São 121 hectares de jardins, alamedas frondosas, canteiros de flores, bancos e lago com passeios de barco, além de construções como o Palácio de Cristal, Palácio Velazques e um Jardim Botânico fundado por Carlos III em 1781.
Que parque maravilhoso! Vimos muitos pássaros, como a urraca (Cyanocorax chrysops).
Elas se aproximaram de nós quando lhes damos farelo de bolo. Urracas, pardais e pombos. Um grande lago com pessoas remando em barcos alugados. Patos com cabeça verde (Pato-real). Entramos no Palácio de Cristal. Estava montada uma instalação: Reflexión sin sol – Proyecciones sin objeto de Joëlle Tuerlinckx. Mais parecia um campo de obras. Foi muito bom estarmos nesse parque. Chegamos em casa à tardinha. Nos despedimos da Ana e do Miguel, prometemos voltar. Na verdade eles deram sentido a essa cidade para nós, pois estávamos tão impregnados na Itália que estávamos rejeitando Madri. O Miguel é natural daqui e sua companhia nos fez ver um lado especial, através de nossa amizade. Vamos retornar sim, com certeza. À noite todos já estavam em casa. Fizeram passeio com o ônibus pela cidade, inclusive o Pietro.
Museu do Prado - 17/01/10
Da Puerta Del Sol para leste ao longo da Calle de Alcalá chega-se ao museo de La Academia Real de Bellas Artes, com coleções de Goya, mas seguindo para sudeste pela Carrera de S. Jerônimo chega-se ao Museu do Prado, nosso destino!
O Prado abriga a maior coleção mundial de pinturas espanholas, obras-primas italianas e flamengas. El Greco, Ribera, Zurbarán, Velázques, Murillo e Goya. Bosch e Rubens, holandeses. Italianos; Rafael, Ticiano e Tintoretto, além de Fra Angélico, Mantegna, Dürer, Veronese etc..
Emocionei-me com “Cristo morto, suportado por um anjo” de Antonello da Messina e também pela pintura da Imaculada Conceição de Murillo “A Imaculada Conceição de Los Venerables, que eu já tinha pintado! Vimos “As Meninas “ de Velázques. Esse quadro estava com muita gente ao redor, muitos com fones de ouvido e aparelho possibilitando a visita teleguiada. Esse quadro é considerado a pintura favorita da Espanha, Velázques (1599-1660) era pintor da corte de Filipe IV.
No subsolo vimos os tesouros do Delfin (francês, Carlos IV), com peças de ouro, cristais gravados, marfim etc..
-
ANA RECH - DISTRITO DE CAXIAS DO SUL Igreja Matriz Vista noturna Vitral - Pomba do Divino Desenho da Igreja Ma...
-
Balneário Arroio Silva - Morro dos Conventos Balneário Arroio Silva é um município de Santa Catarina . A história do município começa...
-
Igreja São Cristóvão - Ana Rech - Caxias do Sul - RS Ousadia da arquitetura lembrando um caminhão Pórtico da entrada de ...












